Temas essenciais que fazem parte da nossa mudança na era do conhecimento. Sociedade e Tecnologia.
segunda-feira, outubro 27, 2008
Desemprego Tecnológico
Thiago Falcão, Daniel Tenório
Temos que voltar um pouco no tempo para saber o que acontece hoje em dia no mercado de trabalho, com a revolução industrial muita coisa mudou e o que aconteceu naquela época repercute muito nos tempos atuais. Com a revolução industrial as cargas de trabalho estão deixando aos pouco de ser trabalho dos homens e passou a ser, mas focado nas máquinas. Com esse crescente aumento das máquinas nas indústrias o homem foi perdendo sua vaga no mercado de trabalho. E com o declínio do socialismo e a crescente adesão do sistema capitalista pelas nações impulsionada pelas revoluções, o capitalismo chegou ao auge, visando apenas o lucro.
Com os avanços tecnológicos, as grandes revoluções tornam-se presente em nossas vidas devido a constantes evoluções de software, hardware, cibernética, robótica e a Inteligência artificial, trazendo consigo grandes avanços em beneficio e comodidade da humanidade, mas tiraram muita mão de obra humana do mercado de trabalho. Quem sai ganhando muito com esse processo é o capitalismo pela maximização do lucro e diminuição de custos.
Hoje em dia o desemprego pode ser dividido em três: desemprego friccional, desemprego conjuntural, e desemprego estrutural.
· Desemprego Friccional – resulta da mobilidade da mão-de-obra. Ocorre quando um ou mais indivíduos se desempregam de um trabalho para procurar outro. Também poderá ocorrer quando se atravessa um período de transição, de um trabalho para outro, dentro da mesma área (exemplo: construção civíl).
· Desemprego Conjuntural – causado por crises econômicas, demissões são causadas na maioria das vezes por crises passageiras, superada a crise, o emprego é ofertado de novo no mercado, recessão econômica, grande secas, chuvas demasiadas. Se mantiver altas taxas de crescimento econômico, o país acaba com o problema do desemprego conjuntural, como exemplo podemos citar o setor agrário, onde ocorrem paralisações constantes devido a problemas de tempo e crises econômicas.
· Desemprego estrutural – não pode ser sanado, tipo de desemprego irreversível, ocasionado pela substituição do homem pela maquina, causado pela automação dos processos produtivos, tomados por maquinas, robôs e sistemas operacionais. Podemos citar como exemplo os caixas eletrônicos de bancos, hoje em dia temos facilidades em resolver nossos problemas relacionando a pagamentos, saques e outras transações bancárias que antes consumia a maior parte de nosso tempo causando alguns transtornos em filas e a probabilidade de erro era bem maior, porém, diminuiu bastante a quantidade de caixas nos banco ocorrendo o desemprego estrutural em todo o setor bancário
Os principais países afetados por esse tipo de desemprego são os países desenvolvidos pelos grandes avanços nas tecnologias, mas os países subdesenvolvidos também sofrem com esse processo por abrigar nos seus países grandes multinacionais que visão só a sua automação e não a qualificação de pessoal para mão de obra no país.
As maquinas saíram do posto de ferramentas auxiliares para reguladoras e inteligentes, com mais rapidez, qualidade e precisão. Com essa mudança na utilização das maquinas fizeram com que as pessoas com pouca qualificação e especialistas em algumas áreas, tiver-sem que passar por um processo de re-qualificação profissional.
CONCLUSÃO
O avanço tecnológico fica difícil de ser visto pela maioria da população como o causador de benefício, pois, a ameaça de desemprego causa uma reação de insegurança e não existe motivação para buscar alternativa, existe a falta de uma política de ensino para preparar e re-qualificar os funcionário demitidos com o objetivo de re-aproveitar em outras áreas. Aqui no Brasil Temos o Sebrae e outros órgãos, além de cursos de Técnico, Nível Médio e Superior que ensinam a arte do empreendedorismo, mas algumas iniciativas ainda engatinham, outras não ensinam exatamente o profissional a ser um empreendedor, mas apenas em trabalhar na sua empresa com uma visão bem simplificada do “verdadeiro empreendedorismo”. Mas ainda assim, é um bom começo, apenas falta que nossos cidadãos tomem mais consciência da necessidade que há em se atualizar e preparar sua mente para pensar e ser ativo tornando assim um profissional excluído da lista com risco ao “perigo” dos avanços tecnológicos.
Fontes de pesquisas:
www.assespropr.org.br/uploadAddress/Desemprego_Tecnologico.pdfwww.assespropr.org.br/uploadAddress/Grande_Guerra_do_Seculo_XXI.pdf
Referências Bibliográficas
MONTECLARO, Lauro. Investigação Sobre a Natureza e as Causas da pobreza dos trabalhadores. (http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/09/29 0153.shtml) em 14/04/2008 as 10:00hs
ADILSON, Anderson. Tecnologia e Desemprego. (www.buscalegis.ufsc.br/busca.php?acao=abrir&id=9784) em 10/04/2008 as 23:00 hs.
AUGUSTO, Franzon. Desemprego Tecnológico. Sociedade de Ensino e Informática – Faculdade SPEI. (www.orleijp.eng.br/CompSociedade/III-WCS_2006_16.pdf) em 06/04/2008 as 10:00 hs.
MARIA, Eneida. Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária. (www.ufmg.br/congrext/Trabalho/Trabalho6.pdf) em 29/03/2008 as 15:00 hs.
quinta-feira, outubro 23, 2008
TI nas olimíadas de Pequim 2008
Tema: TI nas olimíadas de Pequim 2008
Por: Alan Matias Calixto, Ayslan Jorge S. Correia
segunda-feira, outubro 20, 2008
Questões para o ENADE 2008 - Sociedade e Informática
Segue alguns exemplos de questões sobre Informática e Sociedade. Tentaremos colocar mais questões para cobrir o tema Ética, Computador e Sociedade (Aspectos sociais, econômicos, legais e profissionais de computação, Aspectos estratégicos do controle da tecnologia, Ética e responsabilidade profissional).
Questão 1- A nova economia está organizada em torno de redes globais de capital, gerenciamento e informação" (Castells, 1999: 499) e que "os processos de transformação social sintetizados no tipo ideal de sociedade em rede ultrapassam a esfera das relações sociais e técnicas de produção: afetam a cultura e o poder de forma profunda" (Castells, 1999: 504).
I. O surgimento da sociedade em rede tornou-se possível com o desenvolvimento das novas tecnologias da informação que, no processo, "agruparam-se em torno de redes de empresas, organizações e instituições para formar um novo paradigma sociotécnico".
II. O termo “Tecnologia da Informação e da comunicação” serve para designar o conjunto de recursos tecnológicos utlizados para geração e uso da informação da sociedade em rede.
III. O século 21 se apresenta como precursor do chamado “homem universal”: cidadão do mundo com formação global e cultura internacional.
A - Apenas um item está errado.
B - Apenas os itens I e II estão certos.
C - Apenas os itens I e III estão certos.
D - Apenas os itens II e III estão certos.
E - Todos os itens estão certos.
I. E importante não confundir software livre com software grátis porque a liberdade associada ao software livre de copiar, modificar e redistribuir independe de gratuidade. "Software Livre" Não significa "não-comercial".
II. Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.
III. O termo freeware não possui uma definição amplamente aceita, mas é usado com programas que permitem a redistribuição e a modificação, e seu código fonte não é disponibilizado. Estes programas não são softwares livres
IV. Shareware é o software disponibilizado com a permissão para que seja redistribuído, mas a sua utilização implica no pagamento pela sua licença. Geralmente, o código fonte não é disponibilizado e, portanto modificações são impossíveis.
A - Apenas um item está errado.
B - Apenas os itens I e II estão certos
C - Apenas os itens I e III estão certos.
D - Apenas os itens II e III estão certos.
E - Todos os itens estão certos.
Questão 3 ... A comunidade científica da computação brasileira vem discutindo a questão da regulamentação da profissão de Informática. Fruto dos debates ocorridos ao longo dos anos, nos diversos encontros da comunidade científica, em relação às vantagens e desvantagens de uma regulamentação da profissão de informática, alguns princípios, estão sendo observados em uma eventual regulamentação da profissão...
I. Não é preciso regulamentação para que uma profissão exista ou seja reconhecida. Profissões são criadas pelo seu simples exercício. Regulamentar nada mais é do que detalhar, via uma lei federal, o significado do Artigo 5o, inciso XIII, da Constituição, o qual define que todo exercício profissional é livre no Brasil. Desta forma, é livre em todo o território nacional o exercício de qualquer atividade econômica, ofício ou profissão relacionada com a Informática, independentemente de diploma de curso superior, comprovação de educação formal ou registro em conselhos de profissão.
II. A fiscalização do exercício das profissões regulamentadas na Lei 00607/2007 será exercida pelo Conselho Federal de Informática (CONFEI) e pelos Conselhos Regionais de Informática (CREI), dotados de personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa e financeira, aos quais compete zelar pela observância dos princípios da ética e disciplina profissionais.
III. É importante destacar que para obter proteção, todo profissional de Informática pode perfeitamente filiar-se a algum sindicato de sua categoria, cuja função é exatamente defender os interesses dos profissionais, inclusive de fixar remuneração mínima para a categoria.
A - Apenas um item está errado.
B - Apenas os itens I e II estão certos
C - Apenas os itens I e III estão certos.
D - Apenas os itens II e III estão certos.
E - Todos os itens estão certos.
Questão 4.... A pirataria de software prejudica a todos - desde desenvolvedores de software, proprietários de lojas do varejo até os próprios usuários do produto. A replicação e a distribuição ilegal de software têm um impacto significativo sobre a economia, resultando em prejuízos de bilhões ao país, reduzindo empregos e originando evasão de divisas e impostos - recursos que poderiam ser revertidos para a própria população. Algumas medidas estão sendo definidas para combater este tipo de crime. Julgue os itens abaixo:
I. A pirataria de softwares, é como se define, a posse ou utilização não autorizada de uma obra. Obra intelectual e produtos industriais cobertos por direitos autorais, sem expressa autorização dos respectivos titulares, constitui pirataria. Os software estão inclusos no âmbito dos direitos autorais.
II. Lei nº9.609, de 19 de fevereiro de 1998 (lei de Software) - Softwares ficam incluídos no âmbito dos direitos autorais. - Reclusão de 6 meses a 1 anos ou
III. Lei 10.695, de 1º de junho de 2003 ( lei antipirataria) trata-se da violação, consistindo em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto... - Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção há a reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
A - Apenas um item está errado.
B - Apenas os itens I e II estão certos
C - Apenas os itens I e III estão certos.
D - Apenas os itens II e III estão certos.
E - Todos os itens estão certos.
terça-feira, outubro 14, 2008
Crimes Digitais
São indiscutíveis os benefícios trazidos para a sociedade pelo avanço da tecnologia, pelo uso de computadores, e pelo avanço das comunicações mundiais, em especial da Rede Internacional de Dados - Internet, fomentando, sem precedentes na história, a paixão humana pelo conhecimento, educação e cultura.
A Internet, chamada pela mídia de Superestrada da Informação, nada mais é do que a interligação simultânea de computadores de todo o planeta, algo que os futuristas em seus exercícios de suposição jamais imaginaram.
O acesso à informação sempre foi muito valorizado, constituindo verdadeira forma e fonte de poder, sendo seu controle verdadeiro patrimônio econômico, político e cultural. Entretanto, esses benefícios não aparecem sozinhos, trazem consigo os crimes e criminosos digitais, os quais estão aumentando proporcionalmente por todo o mundo, sendo que as mais otimistas previsões apontam para um epidêmico e exponencial crescimento.
Os crimes praticados, também chamados de crimes digitais ou transnacionais, podem afetar dezenas de países, sem que o agressor saia de sua casa. É uma preocupação que está chamando a atenção da polícia de todo o mundo, especialmente no que diz respeito à coleta de evidências e materialidade; há também de se considerar o princípio de territorialidade, pois, se o computador está num determinado país, e o crime é cometido em outro, como processá-lo se nunca entrou naquele país?
Policiais do mundo inteiro, tais como FBI, Scotland Yard, e Real Polícia Montada do Canadá, já há alguns anos, vêm formando os chamados "Cybercops", policiais especialmente treinados para combater esses delitos - o desafio criminal do próximo século - sendo a tônica, a maximização da cooperação entre os Países, alertando para o potencial das perdas econômicas, ameaças a privacidade e outros valores fundamentais.
O que mais tem atemorizado, de sociólogos a profissionais de polícia, é o fato de o crescimento geométrico do uso da Internet, e sua absoluta dispersão e falta de controle, estar criando espaços na rede exclusivamente para atividades criminosa, unindo os ideais ou interesses de uma minoria, excitando a motivação delitiva, tais como crimes de ódio, terrorismo e parafilias.
Não vai demorar muito para que os criminosos ultrapassem a nossa capacidade de apanhá-los, contando com as vantagens da forma revolucionária do espaço cibernético, desprovido de regras sociais ou éticas, limitado apenas pela imaginação dos criminosos e pelas suas habilidades técnicas.
Crimes de alta tecnologia
Poderíamos citar, a título de exemplo, alguns crimes que estão sendo empregados com uso de alta tecnologia:
O estelionato, em todas as suas formas, lavagem de dinheiro, os crimes do colarinho branco, roubo, furto, o "salami slicing" (fatias de salame) - ladrão que regularmente faz transferências eletrônicas de pequenas quantias de milhares de contas bancárias para a sua própria - serviços roubados, o contrabando, o terrorismo, a pornografia infantil, parafilia, invasões de privacidade, violação a propriedade intelectual, propriedade industrial, a lei do Software, o vandalismo, a sabotagem, espionagem, o vírus de computador, a pirataria, o tráfico internacional de armas, as lesões a direitos humanos (terrorismo, crimes de ódio, etc.), danos nas destruição de informações, jogos ilegais, dentre outros apenas para explicitar a complexidade da matéria tratada.
Hoje temos mais de 600 milhões de usuários de computadores em todo o planeta que, em mais de 190 países, acessam a Internet, através de trocas de dados, sons e imagens, ou seja, literalmente através de elétrons que viajam por fios de cobre ou fibras óticas para qualquer parte do planeta, com eficiência e rapidez.
Quanto aos crimes, como fazer a coleta de materialidade, provas e evidências? Como localizar o agente? Como verificar o resultado e efeitos do resultado? Como agir contra os princípios de territorialidade e soberania? Como assimilar os efeitos da globalização de crimes com as Leis existentes? Como adequar a conduta típica a nossa legislação positiva? Como formar policiais para combater os crimes digitais? A perspectiva de alívio é dada pela constatação de que, em recente passado, novas tecnologias provocaram aflição - tais como quando da invenção do telefone, do fax e outros aparelhos que vieram a aumentar a qualidade de vida do cidadão - mas, logo foram assimiladas.
Os criminosos digitais
Geralmente, os criminosos são de oportunidade e os delitos praticados por agentes que, na maioria das vezes, têm a sua ocupação profissional ligada à área de informática.
O perfil do criminoso, baseado em pesquisa empírica, indica jovens, inteligentes, educados, com idade entre 16 e 32 anos, do sexo masculino, magros, caucasianos, audaciosos e aventureiros, com inteligência bem acima da média e movidos pelo desafio da superação do conhecimento, além do sentimento de anonimato, que bloqueia seus parâmetros de entendimento para avaliar sua conduta como ilegal, sempre alegando ignorância do crime e, simplesmente, "uma brincadeira".
Mas: preferem ficção científica, música, xadrez, jogos de guerra e não gostam de esportes, sendo que suas condutas geralmente passam por três estágios: o desafio, o dinheiro extra, e, por fim, os altos gastos e o comércio ilegal.
Crimes digitais no Brasil
A atuação da polícia em crimes de computador requer investigação especializada e ação efetiva. Não existem no Brasil policiais preparados para combater esse tipo de crime, faltando visão, planejamento, preparo e treinamento.
Empresas em diversos pontos do País têm sido vítimas dos crimes de computadores, e o fato só não é mais grave, porque existe a "síndrome da má reputação", que leva as empresas a assumirem os prejuízos, encobrindo os delitos, ao invés de ter uma propaganda negativa, e também porque o grupo de criminosos digitais ainda é pequeno.
A investigação dos crimes digitais
Desde 1995, a Polícia Civil de São Paulo orgulha-se de ter dado o primeiro passo em harmonia com a vanguarda internacional da investigação digital, ao ser a primeira instituição da América Latina a possuir página na Rede Internacional de Dados - Internet, com diversas informações sobre a atividade policial desenvolvida, orientações de auxílio ao cidadão, bem como campo para receber sugestões e denúncias, além de um arquivo com fotos digitalizadas dos criminosos mais procurados pela polícia, e fotos de crianças desaparecidas.
A Polícia Civil de São Paulo, através do DCS - Departamento de Comunicação Social, vem, há algum tempo, efetuando investigações de crimes por computadores com muito sucesso - apesar de não existir atribuição administrativa para tanto, existe apenas o embasamento jurídico do próprio Código de Processo Penal (art. 6º e incisos) - e decisões em inquéritos policiais, muito bem recebidos pelo Ministério Público e Juiz Corregedor da Capital.
E essa atuação é a muito tempo do conhecimento do público interno e externo, causando perplexidade manifestações de insignes autoridades.
Proposta
Enquanto não forem codificadas em Leis, as condutas de crimes digitais devem ser adequadas à legislação positiva existente, onde encontram guarida, ao menos incidental, variando a sua tipificação conforme o bem jurídico agredido, mas por certeza, está a causar certa "dor de cabeça" aos operadores de direito.
Doutrinadores já têm chamado essas condutas de "Direito Criminal da Informática", calçados no fato de que as atuais normas incriminadoras datam de 1940, quando poderiam ser escritas ou datilografadas, situação que não se coaduna com a era digital.
O crescimento exponencial da tecnologia e da Internet permite que o criminoso tenha proveito dos avanços da tecnologia. A fim de adequar as ações policiais a esse novo desafio, impõe-se a criação da cultura de formação de policiais visando o "policiamento futuro", ou seja, formar, adequar, equipar e treinar os policiais, sendo que a palavra é antecipar.
O passo inicial e premente é a criação de uma unidade policial especializada em investigação e atos de polícia judiciária para crimes de alta tecnologia, que englobaria os crimes de computadores e outros que aparecerem no rastro do desenvolvimento tecnológico dos próximos anos.
O DCS - Departamento de Comunicação Social reúne os requisitos básicos para a criação dessa nova unidade policial, e que poderia ser como a inclusão de uma atribuição a ser inserida em alguma unidade policial existente, ou como nova unidade policial a ser criada. Nos últimos anos pudemos perceber que a iniciativa privada anseia em colaborar com esta nova modalidade de investigação policial, quer seja com cursos, quer com equipamentos.
Orkut é alvo de ações e denúncias
A internet ganhou ficha na polícia. Segundo dados da ong SaferNet, que centraliza o recebimento de reclamações sobre crimes na web brasileira, 93% das denúncias feitas desde janeiro de 2006 estão ligadas à rede de relacionamentos Orkut, serviço oferecido pela empresa americana Google Inc., que tem mais de 16 milhões de usuários no Brasil. Enquanto você lê este parágrafo, o endereço mantém páginas de comunidades que incensam a pedofilia e o racismo - infrações com penas previstas em lei.
O Orkut foi criado para formar redes sociais por meio da internet. Para usufruir do serviço, é preciso receber um convite de outro usuário já cadastrado no site. Registrado, o novo internauta pode montar comunidades e publicar fotos.
O que estimula as ações criminais e as denúncias é o fato de o Orkut não exercer nenhum tipo de controle sobre os dados publicados - o que possibilita a disseminação de comunidades criminosas. Segundo especialistas, as práticas, além de pornografia infantil e racismo, incluem terrorismo, instigação ao suicídio, tráfico de entorpecentes, venda de medicamentos de uso restrito, incitação ao crime, formação de quadrilha, estelionato e ofensas à honra de pessoas.
Para tornar o cenário mais grave, o Brasil é o maior usuário do Orkut no mundo, que guarda um arsenal de 1,2 mil comunidades criadas por pedófilos, 40 mil fotos de pornografia infantil e 3,1 mil perfis de usuários ligados à exploração sexual de menores. De acordo com a SaferNet, de cada dois brasileiros que navegam na internet, um habita o Orkut.
Há alguns meses, a situação era ainda pior. Ao ser notificado da presença de páginas maliciosas na rede, a Google Inc. não as tirava do ar nem fornecia ao Ministério Público a identificação dos usuários responsáveis pelo material publicado.
"Agora, depois de alertado, o site apaga as páginas rapidamente, mas não entrega os nomes de quem as construiu por achar que, como pertence a uma companhia estrangeira, não segue as leis brasileiras que pedem a identificação dos autores das páginas", denuncia Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil. Por isso, há mais de 300 procedimentos de investigação criminal no Ministério Público de São Paulo, decorrentes da publicação de material ilegal.
Segundo o advogado Emir Amad, pela própria característica de interatividade do site, é impossível controlar todo o conteúdo do endereço, 24 horas por dia. "Mas a empresa pode pedir aos usuários que informem o surgimento desse tipo de comunidade, enquanto a sociedade - por meio de ONGs, da polícia e dos ministérios públicos - funcione como uma vigilante das atividades ilícitas".
Amad lembra ainda que os infratores estão sujeitos às mesmas penalidades previstas para os crimes cometidos no mundo físico. "Mesmo com o argumento da Google de que o Orkut é oferecido por uma empresa localizada nos Estados Unidos, que não se submete às leis nacionais, o serviço é prestado no país e os crimes estão ocorrendo aqui, contra cidadãos brasileiros".
Em setembro, o piloto de Fórmula I Rubens Barrichello conseguiu na Justiça o direito de retirar do Orkut sete comunidades ofensivas ao seu nome. No mesmo mês, a Google extinguiu 13 grupos que faziam apologia ao consumo de bebidas alcoólicas por motoristas. Mas nem todas as ações têm finais felizes.
Para Tavares, da Safernet, a sensação de impunidade ainda estimula os internautas a criar novas comunidades, sempre que uma página é deletada. "Um pedófilo já anunciou na rede de relacionamentos que, a cada perfil apagado, dez novos serão publicados".
O advogado Marcelo Marzochi, autor do livro "Direito.br-Aspectos Jurídicos da Internet no Brasil", trabalha em uma ação indenizatória contra o Orkut, por danos morais. "Uma cliente foi ofendida em uma comunidade do site", explica. Segundo o especialista, no caso de ofensas, a Google, proprietária do endereço, comete ato ilícito, pois fornece os meios necessários à conduta ilegal.
Segundo André de Almeida, do comitê jurídico da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a legislação dá autonomia para que o Ministério Público e a Polícia Federal solicitem formalmente ao Orkut que elimine qualquer tipo de conteúdo considerado criminoso. "Para isso, é preciso monitorar as informações lançadas no site e garantir a autoridade para a expulsão de material nocivo".
Do outro lado da polêmica, a Google anunciou que vai continuar a prover as autoridades brasileiras com informações sobre os usuários que abusam do serviço - se os pedidos seguirem um processo legal apropriado. A intenção, segundo a empresa, é cooperar com as investigações, baseada em um equilíbrio entre os interesses dos usuários e os pedidos da justiça brasileira.
Assinatura digital será recomendada em lei
Pelo que depender do senador Eduardo Azeredo, relator do projeto da Lei de Crimes de Informática, a certificação digital, forma de assegurar a autenticidade e integridade de um documento transacionado eletronicamente, será fortemente recomendada. "Ela será sugerida como opção para quem quiser seguir boas práticas", afirma o senador. Ele acredita que, em 20 ou 30 anos, a assinatura digital tem tudo para se tornar obrigatória no país.
Mesmo não sendo exigida por lei, a certificação digital vem ganhando tamanha força no mercado que já se transformou em "prática obrigatória entre cavalheiros" do mundo corporativo. Embora a pessoa física, de forma geral, ainda desconheça o funcionamento e o valor de uma assinatura digital, o governo e a iniciativa privada começam a puxar esses excluídos para um ambiente que promete internet segura e confiável.
Desde a sua regulamentação com a MP 2200-2, o modelo de certificação digital estabelecido pelo governo, através da ICP-Brasil (sistema de certificação digital baseado em chave pública), tem sido amplamente utilizado pelo sistema financeiro nacional. De lá para cá, os certificados digitais vêm ganhando novas aplicações em diferentes setores e cenários. Atualmente, há sete autoridades certificadoras habilitadas a emiti-lo, sendo cinco em âmbito público e duas no privado. Até o momento, o país já emitiu mais de 500 mil certificados digitais baseados no padrão ICP-Brasil. Eles pertencem a pessoas físicas, jurídicas, servidores e aplicações. Outros modelos de certificados são utilizados por empresas e bancos, mas seu alcance e valor restringem-se aos negócios entre poucos parceiros.
No momento, o número de certificados ICP-Brasil é minúsculo se for comparado aos cerca de 35 milhões de internautas brasileiros. Mesmo assim, ele se encontra em uma curva crescente e sem chance de reversão. "No biênio de 2007/2008, deveremos chegar a um milhão de certificados", prevê Maurício Augusto Coelho, diretor de infra-estrutura de chaves públicas do ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), autoridade certificadora raiz da ICP-Brasil. Ele diz que tudo é uma questão de cultura e lembra do caso da Espanha, usuária da certificação digital há 10 anos. Somente agora, ela atingiu a casa de um milhão de certificados emitidos.
As razões para o boom do certificado digital no Brasil estão diretamente relacionadas a dois fatores: crescimento no número de aplicações e propriedades garantidas pela assinatura digital. Dorival Dourado, diretor de operações de telemática da Serasa, diz que o certificado assegura autenticidade, privacidade, integridade e não repúdio, no qual as partes envolvidas em uma troca eletrônica não podem negar seus atos. Além disso, o certificado digital tem validade jurídica igual ao papel, por isso seu uso acelerado na troca eletrônica de contratos, transações bancárias, compras em lojas eletrônicas e muitas outras ações crescentes.
A primeira grande aplicação do certificado digital padrão ICP-Brasil foi o SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro). "A certificação digital já garantiu, dentro do SPB, a movimentação do equivalente a 60 vezes o PIB brasileiro", diz Dourado. Só neste ano, 5% das declarações do Imposto de Renda foram enviadas com certificação digital. A Serasa, por exemplo, já oferece a solução de certificado digital para celulares.
Se no passado ter certificação digital era sinônimo de segurança, Julio Cosentino, diretor da Certisign, diz que hoje o objetivo é pôr fim à burocracia e acelerar processos entre empresas e órgãos públicos. "Sem papel, dá para transacionar, a distância, uma infinidade de coisas como contrato de câmbio", afirma Cosentino. O certificado digital também tornará possível o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital), a nota fiscal eletrônica, a junta fiscal eletrônica e o livro fiscal eletrônico. Com isso, o diretor da Certisign acredita que, a partir de 2007, será difícil para um contador trabalhar sem certificado digital.
Há dois tipos de certificados à venda hoje: e-CPF (pessoa física) e e-CNPJ (pessoa jurídica). O modelo mais adquirido no Brasil é o A3, que vem gravado em um smart card com chip criptográfico e tem validade de dois anos. O kit composto pelo smart card, certificado digital e leitora sai por volta de R$ 350,00 para pessoa física e R$ 425,00 para pessoa jurídica. Quem quiser também pode optar pelo modelo de certificado vendido em disquete, com validade de um ano a quatro anos, ou no HD (disco rígido do computador) ou ainda em um token (chaveiro).
Depois de o tema já ter sido amplamente discutido no passado, a questão hoje refere-se ao custo do certificado digital. Se o interessado em questão for um cidadão comum, já obrigado a arcar com os gastos mensais de acesso à internet, ele certamente permanecerá na situação de brasileiro sem e-CPF. A resposta para este problema, segundo especialistas, está na escala. Quanto maior o volume emitido, mais barato sairá o certificado digital.
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| Mais um site foi invadido, só que dessa vez a mídia mundial divulgou. Por que? Simplesmente por se tratar do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O autor do ataque foi o grupo TechTeam.
Por: Antonio Edson de Siqueira Cavalcanti Rosiene Monique Ester Flavia
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sexta-feira, outubro 03, 2008
Estratégias e Resultados das TIC's em Alagoas
Estamos organizando a palestra "Estratégias e Resultados das TIC's em Alagoas" a ser proferida pela diretoria do ITEC e confirmada para o dia 06/10 (proxima segunda) às 19:15hs.
Precisamos publicar a chamada da palestra no site da FAL. e informar aos alunos.
Contando com a participação e ajuda de todos,
INVASÃO DE PRIVACIDADE COMO MEIO DE COLETAR INFORMAÇÃO
Um Sistema Operacional, qualquer ele que seja, feito por colaboradores, open source, gratuito ou proprietário é dotado de falhas. Um sistema destes é composto por dezenas de softwares, milhares de linhas de código, rotinas, sub-rotinas, funções, drivers e chamadas de redes que apesar de todas os esforços e testes das empresas que o fazem antes do seu lançamento oficial, acaba aparecendo problemas em poucos dias de uso. Estes problemas, comumente chamados de “brechas”, vulnerabilidades ou ainda “furos”, acabam dando oportunidade de ataque e de acesso indevido ao sistema. As empresas se esforçam, liberando versões beta para que o público especializado (programadores, analistas de segurança e usuários da ferramenta) use e avise dos possíveis problemas para que seja corrigido antes do lançamento da versão final. Porém isso não é o bastante, é impossível a qualquer companhia produtora de sistemas ter testado todos os modos de uso e todas as situações que aquele programa irá passar... daí aparecem os famosos bugs dando oportunidade a alguns de se aproveitarem e usarem isso em benefício próprio ou com o intuito de prejudicar algo ou alguém.
“A intrusão ou ataque podem ser definidos como qualquer conjunto de ações que tentam comprometer a integridade, confidencialidade ou disponibilidade de um recurso computacional, independente do sucesso ou não destas ações” (SOUZA, 2002).
Descobrir dados sigilosos e invadir redes deixou de ser uma atividade praticada em busca de conhecimento, como os crackers do período “romântico“, ou reconhecimento e fama para os mais modernos.
Hoje, os bandidos virtuais transformaram o crime em “organizações” estruturadas. O processo é divido entre vários “funcionários“, dispostos em cargos distintos, e a atribuição de funções pode ser comparada àquela praticada por uma outra irmandade de criminosos famosa: a máfia.
A comercialização dos dados se tornou um excelente negócio, diz o site The Inquirer e, ao contrário do que se pensa, há sempre uma certa demanda: clientes dispostos a pagar por informações roubadas.
O valor do dado obtido também varia. Números de cartão de crédito são vendidos a preços baixos, enquanto que dados de planos de saúde, logins empresariais, e-mails e FTP são mais caros.
Se os códigos maliciosos costumavam tentar se esconder depois de infectarem um PC, para tentar continuar a roubar dados ou ter o controle da máquina, por exemplo, um trojan detectado recentemente faz até o computador começar a “falar” para avisar que o PC foi infectado.
Apesar de parecer brincadeira ou até mesmo ação de alguma propaganda de mau gosto na web, o que é falado pelo computador é verdade. O trojan BotVoice.A avisa o usuário da infecção enquanto apaga todos os arquivos da máquina, repetindo a frase diversas vezes.
Um sofisticado bot, como são chamados os vírus que escravizam computadores para roubar senhas e dados bancárias, foi responsável pela invasão de um milhão de máquinas na Europa. O alerta foi feito pela empresa de segurança digital iDefense. De acordo com a companhia, os ataques utilizam variantes baseadas no trojan "MetaFisher", mais conhecido como "Spy-Agent".
O ataque ocorreu pelo email. Os hackers que desenvolveram o vírus enviaram mensagens às vítimas contendo um link para uma página web. O trojan usa uma vulnerabilidade do sistema operacional da Microsoft chamada Windows Metafile (WMF) para direcionar internautas a sites maliciosos que automaticamente instalam um botnet em seus computadores. Uma vez instalado, o arquivo maligno transforma o computador infectado em outro "bot", controlado remotamente.
Um exemplo é o uso de técnicas em HTML para "pescar" dados bancários toda vez que a vítima digitar senhas e códigos em sites de bancos. Atualmente o "MetaFisher" está atacando clientes de bancos na Espanha, Reino-Unido e Alemanha.
Em tempo, "bot" é um termo que vem de "robot", que por sua vez origina-se do russo "работа" (rabôta), significando trabalho.
"Um ataque corresponde a um comprometimento em nível de sistema de segurança através de um ato inteligente ou deliberado, afetando serviços e violando política de um sistema.” (SHIREY, 1995).
Qual o motivo das Invasões?
v A resposta para esta pergunta não é simples. Os motivos pelos quais alguém tentaria invadir sua rede ou computador são inúmeros. Alguns destes motivos podem ser:
v Utilizar seu computador em alguma atividade ilícita, para esconder a real identidade e localização do invasor;
v Utilizar seu computador para lançar ataques contra outros computadores;
v Utilizar seu disco rígido como repositório de dados;
v Destruir informações (vandalismo);
v Disseminar mensagens alarmantes e falsas;
v Ler e enviar e-mails em seu nome;
v Propagar vírus de computador;
v Furtar números de cartões de crédito e senhas bancárias;
v Furtar a senha da conta de seu provedor, para acessar a Internet se fazendo passar por você;
v Furtar dados do seu computador, como por exemplo, informações do seu Imposto de Renda. (CARTILHA, 2006)
Práticas para evitar fraudes na internet
1)Proteja seu computador
Assim como tomamos precauções de segurança, por exemplo, em nossa casa ou no automóvel, precisamos ter cuidados com relação ao nosso computador. Para isso, é necessária a utilização de alguns programas que irão formar uma camada de proteção contra algumas ameaças. Estes programas podem ser obtidos de diversos fabricantes em pacotes integrados ou de forma individual. Pelo menos 3 tipos de proteção são necessários:
- Antivírus: Um programa antivírus irá proteger seu computador contra os denominados “vírus de computador” e suas variantes, como worms (veja o glossário para uma melhor compreensão destes termos). É imprescindível que o antivírus tenha uma característica chamada “atualização automática”, que garante que o programa irá buscar novas atualizações automaticamente e com freqüência no mínimo diária.
- Firewall pessoal: Um programa denominado “firewall” irá manter uma barreira lógica entre seu computador e a Internet, evitando que atacantes façam acessos não autorizados.
- Anti-Spam: Este programa irá auxiliar a filtrar o conteúdo indesejado de e-mails, descartando automaticamente aqueles que forem considerados “Spam”.
Observação Importante: A eficiência destes programas de proteção está relacionada com a forma como os mesmos foram instalados e configurados. Caso não se sinta seguro para efetuar a instalação e configuração dos mesmos, consulte o suporte especializado dos fabricantes.
2) Não forneça senhas
Nunca informe qualquer senha para qualquer pessoa ou para qualquer pedido de cadastramento ou recadastramento sob nenhum argumento.
3) Fique atento a barra de endereços de seu navegador
Verifique se o endereço digitado não mudou durante a navegação. Caso seja uma conexão segura (aquela conexão com endereços iniciados em https:// e com o cadeado ativado), clique no cadeado e verifique se a informação do certificado corresponde com o endereço na barra de endereços do navegador.
4) Pagamento
Um das formas mais comuns de aplicação de golpes é a exigência de pagamentos antecipados. Certifique-se sobre a procedência do site e em caso de dúvida, contate a empresa através do atendimento on-line ou telefone fixo. Ao sentir qualquer desconfiança, não efetue o pagamento.
5) Dados pessoais
Forneça somente seus dados pessoais como CPF e RG para sites reconhecidos e de procedência confiável. Em caso de dúvida da procedência do site, não forneça os seus dados pessoais.
6) Participação de sorteios
Todo sorteio deve estar devidamente regularizado através da Caixa Econômica Federal, do SEAE (Secretária de Acompanhamento Econômico) ou SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Recuse participar de sorteios de ofertas tentadoras e milagrosas, pois normalmente ações como estas são armadilhas para roubar dados e identidades.
7) Ofertas tentadoras
Não aceite ofertas tentadoras via email , geralmente encaminhadas por endereços falsos, que prometem prêmios instantâneos ou descontos especiais. Certifique-se sobre a procedência do e-mail e em caso de dúvida, contate a empresa através do atendimento on-line ou telefone fixo.
8) Programas de invasão
Cuidado com mensagens beneficentes ou que contenham imagens de catástrofes, atos de barbárie, pornografia, acidentes etc. A curiosidade do internauta é explorada pelos falsários, com o intuito de aplicar golpes. Geralmente os arquivos com as supostas imagens carregam programas de invasão (trojans) que se instalam de forma oculta no computador do usuário para posteriormente roubar senhas e outros dados confidenciais da pessoa. Sempre apague estas mensagens, mesmo que o remetente seja uma pessoa conhecida.
9) Emails
Não abrir, em hipótese alguma, anexos de emails vindos de desconhecidos ou mesmo de conhecidos mas com texto suspeito. Só clique em links se tiver certeza absoluta que o remetente lhe enviou um arquivo anexado. Nesse caso, aceite somente se o arquivo for um documento, planilha ou semelhante. Caso negativo apague imediatamente a mensagem. Nunca clique arquivos com extensão desconhecida. Na dúvida, apague.
Não deixe de acessar:
http://www.ajudacomputador.org/internet/computadores/roubar-dados-virou-crime-organizado/
http://www.forum-invasao.com.br/novo/viewtopic.php?f=17&t=8548399
http://tecnologia.terra.com.br/inter...EI4805,00.html
http://hdoria.archlinux-br.org/blog/2008/06/05/procurando-rootkits-no-seu-sistema/
http://www.3cta.eb.mil.br/csd/intro.html
http://www.malima.com.br/article_read.asp?id=176
http://www.internetsegura.org/dicas/seguranca_mandamentos_dicas.asp