Temas essenciais que fazem parte da nossa mudança na era do conhecimento. Sociedade e Tecnologia.
quarta-feira, setembro 30, 2009
Cicero Francisco dos Santos
A TECNOLOGIA QUE AJUDA A ENSINAR
TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantânea, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provocam reações variadas. Qual desses sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?
Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa.
Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidade de ensino, mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual.
“A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje” (Marcia Padilha).
ALGUMAS IDÉIAS PARA INTRODUZIR A TECNOLOGIA NAS MATERIAS
DISCIPLINAS:
LÍNGUA PORTUGUESA
MATEMÁTICA
GEOGRAFIA
TECNOLOGIA:
· Ferramentas de publicação.
· Processadores de texto.
· Sites de áudio e vídeos.
· Programas educativos.
· Planilhas eletrônica.
· Calculadora online.
· Internet
· Sites e programas de visualização de mapas
CONTEUDO:
· Comunicação oral.
· Produção de texto.
· Análise e reflexão sobre a língua.
· Espaço e formas.
· Tratamento da informação.
· Números e operações.
· Representação de paisagem.
· Cartografia.
OPORTUNIDADE DE ENSINO:
· Criar blogs.
· Produzir podcasts.
· Realizar e publicar vídeo.
· Explorar propriedade de figuras sólidas e planas.
· Construir gráficos.
· Explorar e validação de cálculos.
· Ler mapas virtuais.
· Orientar-se usando serviços e sites de localização online.
Um exemplo de um dos uso do quadro acima, foi uma determinada escola de São Paulo, que desenvolveu um trabalho de Geografia. Foram essas as devidas seqüências didáticas usadas:
Objetivo:
· Desenvolver a noção e a representação cartográfica.
Conteúdos:
· Cartografia
· Localização espacial
Material Necessário:Computador com acesso à internet e o programa Google
terça-feira, setembro 29, 2009
Direitos reservados e a proibição do download
Todos os Direitos Reservado Copyright
Proibida a cópia e-ou a reprodução , sem a prévia autorização do autor, por quaisquer meios ou processos existentes ou que venham a ser inventados, especialmente por programas de computador de acesso à Internet ou não, sistema gráfico, micro filmagens, fotográficos, videográficos; bem como a inclusão de qualquer parte da obra em qualquer sistema de processamento de dados.
Estas proibições aplicam-se também às características da obra e à sua editoração. A violação dos direitos autorais é punível como crime, com pena de prisão e multa, além da possibilidade de busca e apreensão dos exemplares reproduzidos e apetrechos utilizados na reprodução, e, das indenizações civis.
Responsabilidade virtual: enquanto está proibido baixar MP3 na França, Brasil começa a caçar crimes de pedofilia com uso da web
Dois eventos ocorridos na última semana mostram o quanto os governos do mundo inteiro, ou pelo menos a maioria deles, estão interessados em combater crimes praticados com ajuda da internet. Primeiro a França, que anunciou uma perseguição ao consumo ilegal de conteúdos baixados na internet (como filmes e MP3); e segundo o Brasil, que realizou a ação Turko, da Polícia Federal, e cumpriu 92 mandatos de busca e apreensão na segunda-feira, prendendo uma dezena de pessoas acusadas de ver e de difundir pedofilia na web.
Ambas as ações são justas, mas expõem problemas antigos: o fato das pessoas, cidadãos comuns e criminosos, acreditarem que podem fazer o que quiserem na internet sem serem pegos e punidos; e a luta das indústrias tradicionais em sobreviver, apenas combatendo a pirataria, sem pensar em novas alternativas para aproveitar as oportunidades proporcionadas pela rede mundial de computadores.
Os franceses, a partir de agora, precisarão ter mais cuidado na hora de baixar conteúdos mas, sinceramente, duvido que a nova lei impeça por completo este tipo de download - pois existem milhares de maneiras de burlar as possíveis travas. Será que não chegou o momento dos profissionais que trabalham com entretenimento repensarem este mercado? Já os brasileiros, por outro lado, precisam saber que, por mais escondidos que estejam, podem ser achados na vida real.
Deputado paulista solicita retirada do seu “Projeto de Lei que proíbe P2P”
20 de Agosto de 2009,
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O Deputado Federal paulista autor do Projeto de Lei n. 5.361/2009, que prevê a criação de “penalidades civis para a baixa, download ou compartilhamento de arquivos eletrônicos na Internet, que contenham obras artísticas ou técnicas protegidas por direitos de propriedade intelectual, sem autorização dos legítimos titulares das obra” (segundo a ementa), apresentou hoje requerimento solicitando a retirada de seu projeto.De acordo com o documento, a motivação do Deputado foi a preocupação de “distorções quanto a intenção original do Projeto apresentado”, dado que “o sistema peer-to-peer (P2P) permite o compartilhamento de dados e recursos numa larga escala eliminando qualquer requisito por servidores gerenciados separadamente e a sua infra-estrutura associada, dificultando assim a fiscalização do compartilhamento de conteúdos protegidos por direitos de propriedade intelectual”.Contudo, ressalta sua “preocupação quanto ao desenvolvimento da cultura nacional”, declarando sua intenção de apresentar um novo Projeto de Lei para “proteção dos direitos autorais dos pequenos produtores e artistas brasileiros”.
o Sr. Deputado teve que optar em suspender o projeto de lei pelo fato que esse é um assunto muito difícil de lidar aqui no brasil, pois o brasil não tem definido leis de informatica e sequer reconhece muitas das profissões do setor de TI.
Deve-se pensar muito,ter mente aberta e população consciente para fazer funcionar um projeto desse tipo. acho muito difícil isso acontecer...
referência: opvs.org
BR-Linux
Lei dos Direitos Autorais.
Projeto de Lei n. 5.361/2009
jonney novais carvalho
cicero francisco
cristian bortolon
joao lucas figueiredo
Hackers: Entre a ideologia liberatória e o crime digital
Vamos primeiro as definições de cada termo:
Originalmente, e para certos programadores, hackers (singular: hacker; em português: decifradores) são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.
Cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética.
Com o crescimento da Internet e a consolidação da chamada Sociedade da Informação muito tem sido dito sobre os tais dos "hackers". "Piratas da Rede", "meliantes digitais" e outras denominações que variam do ridículo ao romantismo cibernético contribuem para a criação de uma atmosfera mítica coberta de mistério e, certamente, equívocos em torno destes personagens.
É comum deparar-se na mídia com este termo sendo usado num sentido bastante pejorativo, conotando indissociável relação com o crime e a ilegalidade. Seja nos filmes de Hollywood ou no jornal cotidiano, os hackers usam seu profundo conhecimento do funcionamento dos computadores e das redes de comunicações para perpetrarem sofisticados delitos, causando danos a terceiros e/ou enriquecendo num digitar de teclas. Colocando o sensacionalismo e a extravagância de lado, isto tudo poderia estar correto exceto pelo fato de que os agentes de atividades desta estirpe não são hackers, mas sim "crackers".
A princípio se nota claramente a diferença que existe em cada termo, mas ainda é muito pouco difundido a todos a real diferença. O que acontece hoje é que o temor HACKER ainda é dado com o vilão de área da informática, mas neste resumo, deixamos praticamente esclarecido esse erro.
Entre a comunidade hacker mundial, há os que propagam uma ideologia e uma ética própria que remontam o romantismo da origem do termo, no final dos anos 60.
O filósofo finlandês Pekka Himanen, defende em seu livro A Ética dos Hackers e o espírito da era da informação, que os legítimos hackers lutam pela liberdade de expressão e pela socialização do conhecimento. Ele divide a categoria em duas vertentes: os libertários hackers e os contraventores crackers, que buscam senhas bancárias e dados sigilosos de empresas.
Leonardo Brandão
FAL - Faculdade de Alagoas
6° período
Sistema de Informação
Fonte:
http://www.comciencia.br/reportagens/internet/net10.htm
http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/hackers.htm.
Sites hackers
http://www.viciados-hacker.com/home.html
Educação a distância
Educação a distância é o processo de ensino, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente.
É o ensino onde professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes.
Na expressão "ensino a distância" a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). Preferimos a palavra "educação" que é mais abrangente, embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada.
Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Poderemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando" com sua imagem e voz, na aula de outro professor. Haverá, assim, um intercâmbio maior de saberes, possibilitando que cada professor colabore, com seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento, muitas vezes à distância.
Estamos numa fase de transição na educação à distância. Muitas organizações estão se limitando a transpor para as virtuais adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou disponibilizada). Há um predomínio de interação virtual fria (formulários, rotinas, provas, e-mail) e alguma interação on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugares diferentes). Apesar disso, já é perceptível que começamos a passar dos modelos predominantemente individuais para os grupais na educação à distância. Das mídias unidirecionais, como o jornal, a televisão e o rádio, caminhamos para mídias mais interativas e mesmo os meios de comunicação tradicionais buscam novas formas de interação. Da comunicação off-line estamos evoluindo para um mix de comunicação off e on-line (em tempo real).
Bibliografia:
LANDIM, Claudia Maria Ferreira. Educação a distância: algumas considerações. Rio de Janeiro, s/n, 1997.
LUCENA, Marisa. Um modelo de escola aberta na Internet: kidlink no Brasil. Rio de Janeiro: Brasport, 1997.
NISKIER, Arnaldo. Educação a distância: a tecnologia da esperança; políticas e estratégias a implantação de um sistema nacional de educação aberta e a distância. São Paulo: Loyola, 1999.
Informática e Segurança Pública
Alunos, Jorge Fernando e Diego Alves
Ao longo dos anos a população vem crescendo cada vez mais, principalmente nas capitais. Junto com isso cresce também a criminalidade. Hoje em dia muitas empresas na área de tecnologia estão trabalhando em soluções de segurança para melhor servir a comunidade.
A demanda por soluções deste tipo vem se tornado a cada dia, mais indispensáveis a sociedade. Muitos estados brasileiros estão investindo muito na solução de vigilância eletrônica em conjunto com as cidades digitais.
Com câmeras espalhadas pela cidade, a central de gerenciamento poderá monitorar pontos estratégicos com fim de priorizar a segurança da sociedade. Através das imagens a equipe poderá detectar em tempo real, roubos, assaltos, acidentes e até mesmo com ajuda de softwares, podem fazer reconhecimento de placa de veículos e facial das pessoas.
Centrais móveis também podem auxiliar a sociedade sob demanda, como shows e eventos onde existam grande concentrações de pessoas e as chances de acontecer incidentes são altas.
Imagine também que diversos órgãos de vários estados do Brasil possam interagir entre si, detectando de forma proativa, pessoas procuradas, veículos roubados, entre outras necessidades que possa ser automatizada com uso da informática.
Segue abaixo algumas cidades que estão trabalhando com essas soluções.
• AM (Amazonas, Manaus)
• CE (Ceara, Limoeiro do Norte)
• BA (Bahia, Paulo Afonso)
• MA (Maranhao, Sao Luis)
• MG (Minas Gerais, Alfenas, Barbacena, Betim, BH, Curvelo, Tiradentes)
• MS (Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Sidrolandia)
• PA (Para, Belem)
• PR (Paraná, Apucarana)
• RS (Rio Grande do Sul, Canoas, Capao da Canoa, Porto Alegre, Rio Grande, Xangrila)
• SP (Sao Paulo, Amparo, Bauru, Braganca Paulista, Campinas, Catanduva, Comandatuba, Guarulhos, Hortolandia, Itanhaem, Jacareí, Limeira, Paulinia, Sertaozinho, Valinhos)
Outra abordagem interessante é o WikiCrimes “http://www.wikicrimes.org”, nele podemos compartilhar informações, registrar onde acontecem crimes na sua região e conseqüentemente estarão alimentando uma base de dados que poderá ser consultada depois. O resultado é interessante, pois podemos consultar onde são as regiões com mais crimes e podendo assim até evitar andar nessas áreas.
Podemos ver que a informática hoje se encontra em todas as áreas e se torna indispensável quando falamos em segurança pública.
quarta-feira, setembro 23, 2009
A Motivação dos Construtores do Conhecimento na Web 2.0
RESUMO
O conhecimento é considerado na sociedade atual o recurso mais importante na criação de valor para os mais diversos meios de produção (DRUCKER, 1970). Mas a informação, item necessário para gerar conhecimento, está se tornando cada dia mais abundante por conta da facilidade de produção e transmissão. Um dos responsáveis por essa facilidade é a internet e mais especificamente as suas ferramentas da Web 2.0, que tem por objetivo manter a interatividade dos usuários mais ativa, e promover a geração e divulgação de informação entre os envolvidos.
Partindo do pressuposto de que os usuários da Web 2.0 são responsáveis pela geração de valor, uma vez que produzem o conhecimento e ainda o disseminam, eles se enquadram em um novo conceito, em que são consumidores e produtores ao mesmo tempo; então os esforços desta pesquisa direcionam-se justamente em identificar os fatores motivacionais desse novo usuário.
Porém um dos problemas encontrados na pesquisa, é que ainda não existe um conceito comumente aceito sobre o que é Web 2.0, e consequentemente certa dificuldade em identificar suas ferramentas, pensando nisto O’Reilly (2005), um dos desenvolvedores do termo, descreveu sete características, são elas: (1) A web como plataforma; (2) Tirando partido da inteligência coletiva; (3) Dados são o próximo “Intel Inside”; (4) O fim do ciclo de lançamento de Software; (5) Modelos leves de programação; (6) Software em mais de um dispositivo; e (7) Experiência rica do usuário.
Tendo em vista este ambiente de pesquisa, cabe agora identificar as motivações dos agentes da Web 2.0. A motivação é um fenômeno comportamental único e natural, o qual pode ser afetado por diferentes especificidades e formas comportamentais. Para melhor entender, podemos identificar diversas teorias que explicam a origem da motivação como a das cinco necessidades de Maslow (1954), das três necessidades de Alderfer (1969), Teoria X e Y de McGregor (1999), Teoria dos dois fatores de Herzberg (1985), Teoria Contingencial de McClelland(1985), Teoria da Avaliação Cognitiva de Deci (1998) e a Teoria da Expectância de Vroom (1995).
Como este estudo está em andamento, ainda não é possível levantar mais conclusões, porém este conteúdo demonstra ser essencial para o desenvolvimento da cibercultura.
quinta-feira, setembro 17, 2009
Dependência Causada Pelo Computador na Adolescência
RESUMO : "A dependência virtual atingi milhões de jovens no mundo todo, ela esta vinculada a jogos de computadores, programas de mensagens instantâneas e a Internet, ferramentas utilizadas por muitos como meio de lazer ou até trabalho, porém para outros já é um vicio. Quantos jovens não retornam do colégio e vão diretamente ao computador de casa para jogar ou conversar com amigos, deixando até as necessidades básicas, como comer e descansar, de lado, assim não tendo o controle do hábito, que agora tornou-se vicio. Muitos encontram colegas nos corredores da escola, e mal o cumprimenta, mas ao abrir um programa de mensagens instantâneas fica um bom tempo conversando com esse colega. A cada novo programa, é uma nova febre, sempre buscando se atualizar, os jovens com seus vícios alimentam o mercado da informática, tornando-se um dos principais clientes. Querendo a melhor máquina, os jogos de ultima geração, freqüentando muitas lan - houses, alguns jovens tornam o vício a sua ferramenta de trabalho, tanto através da criação de programas como também em torneios de jogos eletrônicos. Através dos jogos os adolescentes são desafiados pelos fabricantes para tentar vencer o computador, fazendo-o sentir a emoção de fase a fase.
Um dos jogos mais viciantes, os de ação, como o counter - strike e também o quake II, pode-se jogar contra adversários reais de qualquer lugar do mundo, chamando de jogos on-line. Como os jogos estão cada vez mais próximos da realidade virtual, o jovem se "sente na pele", vivendo o herói, concentrando seu mundo dentro da maquina e esquecendo a realidade. Ao se desligar do jogo, para ir dormir ou efetuar outra atividade longe do computador, o jovem ainda imagina por um bom tempo as cenas dos jogos e pensa com ele mesmo, e se eu entrar na porta direita em vez da esquerda? E se efetuar tal ação será que terei chances de vencer?
quarta-feira, setembro 16, 2009
Cloud Computing

Mas se há um consenso de que esta é a hora do cloud computing, não é possível dizer que haja uma idéia definida comum do que realmente é a chamada computação em nuvem. As opiniões são variadas.
Juntando tudo, cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.
Todas estas tecnologias que vêm emergindo e amadurecendo foram empacotadas no conceito que levou o nome de cloud computing. Em alguns anos não vamos chamar isso de cloud computing. Não terá nome. Será simplesmente computação.
O entusiasmo com o cloud computing e os esforços de companhias do porte se devem às inúmeras vantagens que ele pode oferecer tanto aos fornecedores de tecnologia quanto aos usuários.
Em primeiro lugar, este é um modelo que prevê um melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Um dos pilares do cloud computing é a consolidação dos recursos de hardware para que eles possam ser aproveitados ao máximo e gerenciados de forma inteligente, proporcionando economia de custos.
As empresas envolvidas na promoção do cloud computing têm, contudo, alguns desafios, entre eles segurança e confiabilidade. Para que o usuário confie grande parte de seus sistemas e arquivos a um terceiro, ele terá de garantir que os dados estejam devidamente protegidos e 100% disponíveis.
Isso é ainda mais crítico quando se trata de informações empresariais altamente sensíveis, como processamento de dados financeiros. Isso terá de ser regulado para garantir que será feito da forma certa.
A forma como esses serviços serão cobrados também é outra questão importante. Fornecedores que tiveram sucesso vendendo caixas - seja de software ou de hardware - terão que migrar para o modelo de venda de serviços. Os custos para os usuários finais serão menores.
- Diego Macêdo
- Igo Rodrigues
terça-feira, setembro 15, 2009
Tecnologia Verde

RESUMO SOBRE TECNOLOGIA VERDE
DEFINIÇÃO: “É o estudo e prática de projetar, manufaturar e usar bens e serviços com o mínimo ou nenhum impacto ambiental”.(http://en.wikipedia.org/wiki/Green_IT - com adaptações).
A Tecnologia Verde surgiu junto com a preocupação da degradação do meio-ambiente - principalmente depois do aumento da discussão sobre o aquecimento global - e a eterna busca por retorno financeiro. Com esses objetivos, é um tema de fácil ampliação por sempre necessitar de novas idéias para atender as expectativas.
Na onda de discussão sobre o aquecimento global, a área de tecnologia da informação não fica atrás: Já atingiu inclusive o Vale do Silício. Os investidores querem encontrar uma tecnologia que ajude a combater o aquecimento global. Eles estão injetando dinheiro em energia solar, células de combustível, energia eólica, biocombustiveis, chips que usam luz, redes de energia ‘inteligentes’ e outras tecnologias inovadoras.
Pesquisa realizada pela IBM mostrou que 70% das organizações brasileiras de médio porte estão investindo em iniciativas de TI Verde através de projetos de sustentabilidade, o que traz a tona também a motivação por redução de custos.
Ergonomia e Saúde
A ergonomia se preocupa com as condições gerais de trabalho, tais como, a iluminação, os ruídos e a temperatura, que geralmente são conhecidas como agentes causadores de males na área de saúde física e mental, mas que o estudo procura traçar os caminhos para a correção. O seu objetivo é aumentar a eficiência humana, através de dados que permitam que se tomem decisões lógicas.
Nas condições em que a atividade do indivíduo envolve a operação de uma peça de equipamento, na maioria das vezes, ele passa a constituir, com este equipamento, um sistema fechado. Este visa apresentar muitas das características de auto-regulamentação (feedback). Como dentro de tal sistema é o indivíduo quem usualmente decide, torna-se necessário que ele seja incluído no estudo da eficiência do sistema. Para que a eficiência seja máxima é preciso que o sistema seja projetado como um todo, com o homem completando a máquina e esta completando o homem.
O ergonomista tem diante de si as seguintes tarefas. A primeira é estudar a ocupação, a fim de determinar o que o operador ou usuário de um determinado equipamento terá de fazer. Em um segundo momento ele deve considerar, como principal na relação com o homem, o que ele tem que ver e ouvir.
Atualmente várias empresas já buscam a melhoria da qualidade do trabalho dos empregados e já estabelecem uma série de programas como forma de incentivar a saúde do trabalhador. Nas grandes capitais e áreas mais industrializadas, o empresariado, já consciente dos futuros problemas, está investindo neste programas, como também, em estudos sobre as vantagens da ergonomia para a melhoria da produção nas empresas. Se por um lado, o uso da ergonomia pode sugerir maior gasto, por outro representa uma economia para a empresa e como conseqüência, a melhoria da saúde do trabalhador e da sociedade.
http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3740&ReturnCatID=1801
Filhos da Era Digital
ou adolescência para um computador."
Alunos: Rafael Gomes
Alessandro Henrique
texto
http://www.assespropr.org.br/uploadAddress/Filhos_da_Era_Digital.pdf
Crimes digitais na sociedade Brasileira

Bibliografia: Site CrimeDigitais do Google Pages
Autores: Katiano Marcio, Iuri Bugarin
Os crimes envolvendo sistemas computacionais vêm despertando a atenção de organizações do mundo todo. Com a evolução rápida da tecnologia o número de usuários de computadores aumenta diariamente e conseqüentemente também aumentam os delitos cometidos através dos sistemas informatizados.
No mundo virtual não existem barreiras, o que torna a inexistência das fronteiras um dos maiores desafios para a elucidação dos crimes ocorridos. Divergências entre as leis e tratados de diferentes países e falta de imposição de responsabilidade aos provedores de acesso à internet são fatores que dificultam ainda mais as investigações policiais e conseqüentemente a punição aos infratores.
No Brasil, até pouco tempo, nada havia em nosso ordenamento jurídico penal relacionado a crimes informáticos. Só recentemente é que tipos penais específicos foram introduzidos na legislação.
Crimes contra a honra, como calúnia, injúria e difamação são crimes há muito previstos pelo Código Penal, mas que, quando cometidos por meio da Internet causam danos muito maiores.
Por outro lado, junto com o surgimento dos computadores e das redes, surgiram os crimes específicos desse ambiente, como a difusão de vírus de computadores e o acesso a sistemas informáticos sem autorização.
Esse tipo de delito pode ser cometido através das fronteiras nacionais, e ainda são de difícil identificação dos autores. Assim, o combate aos crimes digitais demanda alterações nas legislações penais e acordos internacionais, a fim de dotar as autoridades policiais e judiciais de instrumentos adequados à velocidade e complexidade técnica dos crimes de alta tecnologia.
AV1-DESEMPREGO TECNOLÓGICO
Com a revolução industrial e a informatização e mecanização industrial em geral, veio também um problema em nossa sociedade, o desemprego. Não se prendendo apenas aos países pobres, subdesenvolvidos e com mão de obra desqualificada, mas também as pessoas especializadas em um ramo de atividade. O fator lucro e produtividade, um dos principais dentro do capitalismo, faz parte de uma grande fatia no desemprego mundial. A utilização da tecnologia proporcionou vários benefícios e comodidades ao homem. A sociedade atual esta passando por um momento em que anos atrás o que eram apenas probabilidades, estatísticas ou suposições de um futuro distante, tornou-se real. Vive-se um mundo cada vez mais globalizado, onde mudanças e cobranças com relação ao conhecimento e comunicação interpessoal e intrapessoal são constantes e decisórias na vida profissional.
Alunos: David Anderson e Ivaldo da Silva
