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terça-feira, setembro 29, 2009

Hackers: Entre a ideologia liberatória e o crime digital

HACKERS OU CKACKERS ?
Vamos primeiro as definições de cada termo:
Originalmente, e para certos programadores, hackers (singular: hacker; em português: decifradores) são indivíduos que elaboram e modificam software e hardware de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas, seja adaptando as antigas.
Cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança, de forma ilegal ou sem ética.
Com o crescimento da Internet e a consolidação da chamada Sociedade da Informação muito tem sido dito sobre os tais dos "hackers". "Piratas da Rede", "meliantes digitais" e outras denominações que variam do ridículo ao romantismo cibernético contribuem para a criação de uma atmosfera mítica coberta de mistério e, certamente, equívocos em torno destes personagens.
É comum deparar-se na mídia com este termo sendo usado num sentido bastante pejorativo, conotando indissociável relação com o crime e a ilegalidade. Seja nos filmes de Hollywood ou no jornal cotidiano, os hackers usam seu profundo conhecimento do funcionamento dos computadores e das redes de comunicações para perpetrarem sofisticados delitos, causando danos a terceiros e/ou enriquecendo num digitar de teclas. Colocando o sensacionalismo e a extravagância de lado, isto tudo poderia estar correto exceto pelo fato de que os agentes de atividades desta estirpe não são hackers, mas sim "crackers".
A princípio se nota claramente a diferença que existe em cada termo, mas ainda é muito pouco difundido a todos a real diferença. O que acontece hoje é que o temor HACKER ainda é dado com o vilão de área da informática, mas neste resumo, deixamos praticamente esclarecido esse erro.
Entre a comunidade hacker mundial, há os que propagam uma ideologia e uma ética própria que remontam o romantismo da origem do termo, no final dos anos 60.
O filósofo finlandês Pekka Himanen, defende em seu livro A Ética dos Hackers e o espírito da era da informação, que os legítimos hackers lutam pela liberdade de expressão e pela socialização do conhecimento. Ele divide a categoria em duas vertentes: os libertários hackers e os contraventores crackers, que buscam senhas bancárias e dados sigilosos de empresas.
Luciano Rocha da Silva
Leonardo Brandão

FAL - Faculdade de Alagoas
6° período
Sistema de Informação

Fonte:
http://www.comciencia.br/reportagens/internet/net10.htm
http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/hackers.htm.
Sites hackers
http://www.viciados-hacker.com/home.html

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