A Motivação dos Construtores do Conhecimento na Web 2.0
Aluno: Lucas Loureiro De Barros Lima
RESUMO (30 Linhas)
O conhecimento é considerado na sociedade atual o recurso mais importante na criação de valor para os mais diversos meios de produção (DRUCKER, 1970). Mas a informação, item necessário para gerar conhecimento, está se tornando cada dia mais abundante por conta da facilidade de produção e transmissão. Um dos responsáveis por essa facilidade é a internet e mais especificamente as suas ferramentas da Web 2.0, que tem por objetivo manter a interatividade dos usuários mais ativa, e promover a geração e divulgação de informação entre os envolvidos. Partindo do pressuposto de que os usuários da Web 2.0 são responsáveis pela geração de valor, uma vez que produzem o conhecimento e ainda o disseminam, eles se enquadram em um novo conceito, em que são consumidores e produtores ao mesmo tempo; então os esforços desta pesquisa direcionam-se justamente em identificar os fatores motivacionais desse novo usuário. Porém um dos problemas encontrados na pesquisa, é que ainda não existe um conceito comumente aceito sobre o que é Web 2.0, e consequentemente certa dificuldade em identificar suas ferramentas, pensando nisto O’Reilly (2005), um dos desenvolvedores do termo, descreveu sete características, são elas: (1) A web como plataforma; (2) Tirando partido da inteligência coletiva; (3) Dados são o próximo “Intel Inside”; (4) O fim do ciclo de lançamento de Software; (5) Modelos leves de programação; (6) Software em mais de um dispositivo; e (7) Experiência rica do usuário. Tendo em vista este ambiente de pesquisa, cabe agora identificar as motivações dos agentes da Web 2.0. A motivação é um fenômeno comportamental único e natural, o qual pode ser afetado por diferentes especificidades e formas comportamentais. Para melhor entender, podemos identificar diversas teorias que explicam a origem da motivação como a das cinco necessidades de Maslow (1954), das três necessidades de Alderfer (1969), Teoria X e Y de McGregor (1999), Teoria dos dois fatores de Herzberg (1985), Teoria Contingencial de McClelland(1985), Teoria da Avaliação Cognitiva de Deci (1998) e a Teoria da Expectância de Vroom (1995). Como este estudo está em andamento, ainda não é possível levantar mais conclusões, porém este conteúdo demonstra ser essencial para o desenvolvimento da cibercultura.
REFERÊNCIAS ALDERFER, C. P. An empirical Test of a new Theory of human needs. In: Organizational Behavior and human performance, vol. 4, May, 1969, p.142-175. DECI, E. L. Por que fazemos o que fazemos: entendendo a automotivação. São Paulo: Negócio Editora, 1998. DRUCKER, Peter. Uma era de descontinuidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. HERZBERG, F. One more time: how do you motivate employees? Harvard Business Review, set/out, 1987. MASLOW, A. H.. Motivation and personality. New York: Harper e Brothers, 1954. McCLELLAND, D. C. Human motivation. Cambridge: Cambridge University Press, 1985. McGREGOR, D. O lado humano da empresa. São Paulo: Martins Fontes, 1999. VROOM, V. H. Work and motivation. New York: Wiley, 1995. O’REILLY, Tim, O que é web 2.0: padrões de design e modelos de negócios para a nova geração de software. Disponibilizado em http://www.cipedya.com/doc/102010 Acesso em 16 de maio de 2009. Materia de 30 de setembro de 2005.
3 comentários:
opa esqueceu nois professora,
Filhos da Era Digital
Alunos: Rafael Gomes e Alessandro Henrique
Ergonomia e Saúde
Lucas Alves e Nelson Lopes
A Motivação dos Construtores do Conhecimento na Web 2.0
Aluno: Lucas Loureiro De Barros Lima
RESUMO (30 Linhas)
O conhecimento é considerado na sociedade atual o recurso mais importante na criação de valor para os mais diversos meios de produção (DRUCKER, 1970). Mas a informação, item necessário para gerar conhecimento, está se tornando cada dia mais abundante por conta da facilidade de produção e transmissão. Um dos responsáveis por essa facilidade é a internet e mais especificamente as suas ferramentas da Web 2.0, que tem por objetivo manter a interatividade dos usuários mais ativa, e promover a geração e divulgação de informação entre os envolvidos.
Partindo do pressuposto de que os usuários da Web 2.0 são responsáveis pela geração de valor, uma vez que produzem o conhecimento e ainda o disseminam, eles se enquadram em um novo conceito, em que são consumidores e produtores ao mesmo tempo; então os esforços desta pesquisa direcionam-se justamente em identificar os fatores motivacionais desse novo usuário.
Porém um dos problemas encontrados na pesquisa, é que ainda não existe um conceito comumente aceito sobre o que é Web 2.0, e consequentemente certa dificuldade em identificar suas ferramentas, pensando nisto O’Reilly (2005), um dos desenvolvedores do termo, descreveu sete características, são elas: (1) A web como plataforma; (2) Tirando partido da inteligência coletiva; (3) Dados são o próximo “Intel Inside”; (4) O fim do ciclo de lançamento de Software; (5) Modelos leves de programação; (6) Software em mais de um dispositivo; e (7) Experiência rica do usuário.
Tendo em vista este ambiente de pesquisa, cabe agora identificar as motivações dos agentes da Web 2.0. A motivação é um fenômeno comportamental único e natural, o qual pode ser afetado por diferentes especificidades e formas comportamentais. Para melhor entender, podemos identificar diversas teorias que explicam a origem da motivação como a das cinco necessidades de Maslow (1954), das três necessidades de Alderfer (1969), Teoria X e Y de McGregor (1999), Teoria dos dois fatores de Herzberg (1985), Teoria Contingencial de McClelland(1985), Teoria da Avaliação Cognitiva de Deci (1998) e a Teoria da Expectância de Vroom (1995).
Como este estudo está em andamento, ainda não é possível levantar mais conclusões, porém este conteúdo demonstra ser essencial para o desenvolvimento da cibercultura.
REFERÊNCIAS
ALDERFER, C. P. An empirical Test of a new Theory of human needs. In: Organizational Behavior and human performance, vol. 4, May, 1969, p.142-175.
DECI, E. L. Por que fazemos o que fazemos: entendendo a automotivação. São Paulo: Negócio Editora, 1998.
DRUCKER, Peter. Uma era de descontinuidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1970.
HERZBERG, F. One more time: how do you motivate employees? Harvard Business Review, set/out, 1987.
MASLOW, A. H.. Motivation and personality. New York: Harper e Brothers, 1954.
McCLELLAND, D. C. Human motivation. Cambridge: Cambridge University Press, 1985.
McGREGOR, D. O lado humano da empresa. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
VROOM, V. H. Work and motivation. New York: Wiley, 1995.
O’REILLY, Tim, O que é web 2.0: padrões de design e modelos de negócios para a nova geração de software. Disponibilizado em http://www.cipedya.com/doc/102010 Acesso em 16 de maio de 2009. Materia de 30 de setembro de 2005.
Postar um comentário